O cooperativismo ocupa papel de destaque na agropecuária brasileira. Além de sua relevância social – por viabilizar a participação de produtores familiares no mercado –, ele também se destaca como força econômica: atualmente, as maiores cooperativas apresentam faturamento que as posiciona entre as maiores empresas do setor no país. Os produtores rurais têm enxergado no cooperativismo uma alternativa interessante de organização produtiva. As características inerentes à agropecuária, como sazonalidade, oscilação de preços e vulnerabilidade às intempéries climáticas, além do baixo nível de capitalização dos produtores rurais, tornam o financiamento a esse setor da economia sujeito a condições de crédito mais restritas.
Com o surgimento dos e-books, a autopublicação tornou-se muito mais acessível aos autores, alavancada pela grande oferta de serviços on-line com essa finalidade, como o Kindle Direct Publishing (Amazon), o CreateSpace (também da Amazon, destinado a literatura, música e audiovisual) e o Smashwords. Alguns especialistas no setor editorial entrevistados para a realização do artigo Tendências da era digital na cadeia produtiva do livro, publicado no BNDES Setorial 43, veem a autopublicação como positiva do ponto de vista da bibliodiversidade, já que aumenta a quantidade de novos títulos à disposição dos leitores.
Formar redes de empresas pode gerar diferenciais e potencializar a capacidade de competição para micro, pequenas e médias empresas (MPME). Há vários tipos de cooperação entre firmas, como redes de subcontratação, cooperativas e associações, por exemplo. Elas podem envolver também empresas de grande porte, como no caso de franquias, e até companhias concorrentes. Nessas redes, firmas legalmente independentes juntam esforços em torno de benefícios em comum. Veja algumas vantagens dessas estratégias cooperativas entre empresas e conheça também seus desafios.
Como o próprio nome indica, a impressão sob demanda – print on demand (POD) – é um processo de produção de publicações impressas orientado pela demanda, ou seja, pelos consumidores. A impressão de cada exemplar só ocorre quando ele é requerido pelo mercado, exatamente na quantidade necessária. Várias empresas oferecem serviços de POD em diversos países do mundo, como a Lighting Source – líder mundial desse serviço, subsidiária da distribuidora norte-americana Ingram Book Company, também líder mundial; a Create Space, da Amazon; as também norte-americanas Blur, Lulu e 48HourBooks; as alemãs BOD e GGP Media; as inglesas CPI e Book Force e tantas outras.
Com a incorporação de novas tecnologias ao cotidiano das pessoas e a popularização do uso de dispositivos móveis e do acesso sem fio à internet, o limite entre os universos físico e digital se torna cada vez mais tênue. No varejo, a convergência entre esses dois ambientes vem modificando substancialmente a experiência dos consumidores com marcas e produtos. Inovações tecnológicas implementadas pelas grandes cadeias de lojas apontam na direção de uma nova realidade, que vem sendo chamada de phygital retail – ou varejo “figital” –, fusão entre físico e digital.