As hidrelétricas são a principal fonte de energia renovável e firme do Brasil, representando mais 60% da matriz elétrica nacional. Para além da perspectiva de benefício estritamente energético, é preciso aprofundar a compreensão dos aspectos ambientais e sociais desses projetos de infraestrutura. O Núcleo de Avaliação de Políticas Climáticas da PUC-Rio/Climate Politcy Initiative (NAPC/CPI), por meio do projeto INPUT, buscou contribuir para esse objetivo, analisando hidrelétricas construídas desde 2002.
Ainda em estágio inicial de implantação no mundo, especialistas preveem que a internet das coisas – internet of things (IoT) –, ou a conexão em rede de objetos físicos, terá grande impacto em diversos setores e contextos. Algumas possíveis decorrências são: cidades mais inteligentes, racionalização e flexibilização da produção, logística e transporte de bens, monitoramento remoto de pacientes, melhor uso de insumos para o agronegócio, melhora da eficiência energética e ampliação do acesso a serviços do setor financeiro. Com a tendência de se espalhar por praticamente todos os setores da economia, a IoT é posicionada como uma das maiores tendências tecnológicas do setor de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).
O crescimento econômico e a competitividade internacional de um país, em um horizonte de longo prazo, dependem, em grande parte, do fomento à criação de empresas inovadoras e de base tecnológica. A inovação é uma variável essencial na equação do desenvolvimento, sobretudo no que se refere aos mercados e setores intensivos em tecnologia. Em um cenário de evolução científica acelerada e de surgimento de novas tecnologias disruptivas, encontrar formas de garantir o capital necessário para o desenvolvimento de empresas de base tecnológica é fundamental. O maior desafio é atrair investimentos em empreendimentos e projetos com altos graus de risco e incerteza. Nesse contexto o amadurecimento e a ampliação do mercado de capital de risco se torna estratégico para o Brasil.
A indústria brasileira está em crise. A produção industrial encontra-se atualmente em patamar equivalente ao observado em janeiro de 2004. Trata-se, portanto, de mais de uma década perdida. Se confirmadas as atuais expectativas de mercado para o crescimento industrial até 2021, ainda assim não será possível recuperar o tempo perdido. Para lidar com o problema, um pleito comum clama por maior atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).