A Revista do BNDES 50 traz uma seção especial dedicada aos 30 anos do FAT e apresenta um panorama geral do fundo com artigos que analisam desde o contexto histórico do seu surgimento até as suas perspectivas futuras.
Apesar de o mercado brasileiro de transporte aéreo ainda encontrar-se em um patamar inferior ao de economias maduras, a partir de 2003 registrou-se um crescimento anual expressivo do número de passageiros, de cerca 10% a.a. Esse movimento é fruto, principalmente, de mudanças estruturais implementadas no setor, que culminaram em maior competição entre companhias aéreas e em redução de tarifas. O aumento do fluxo de passageiros encontrou obstáculos na infraestrutura aeroportuária, que teve que ser reorganizada de modo a permitir um aumento da capacidade e qualidade do serviço prestado.
O cooperativismo ocupa papel de destaque na agropecuária brasileira. Além de sua relevância social – por viabilizar a participação de produtores familiares no mercado –, ele também se destaca como força econômica: atualmente, as maiores cooperativas apresentam faturamento que as posiciona entre as maiores empresas do setor no país. Os produtores rurais têm enxergado no cooperativismo uma alternativa interessante de organização produtiva. As características inerentes à agropecuária, como sazonalidade, oscilação de preços e vulnerabilidade às intempéries climáticas, além do baixo nível de capitalização dos produtores rurais, tornam o financiamento a esse setor da economia sujeito a condições de crédito mais restritas.
Com o surgimento dos e-books, a autopublicação tornou-se muito mais acessível aos autores, alavancada pela grande oferta de serviços on-line com essa finalidade, como o Kindle Direct Publishing (Amazon), o CreateSpace (também da Amazon, destinado a literatura, música e audiovisual) e o Smashwords. Alguns especialistas no setor editorial entrevistados para a realização do artigo Tendências da era digital na cadeia produtiva do livro, publicado no BNDES Setorial 43, veem a autopublicação como positiva do ponto de vista da bibliodiversidade, já que aumenta a quantidade de novos títulos à disposição dos leitores.
Formar redes de empresas pode gerar diferenciais e potencializar a capacidade de competição para micro, pequenas e médias empresas (MPME). Há vários tipos de cooperação entre firmas, como redes de subcontratação, cooperativas e associações, por exemplo. Elas podem envolver também empresas de grande porte, como no caso de franquias, e até companhias concorrentes. Nessas redes, firmas legalmente independentes juntam esforços em torno de benefícios em comum. Veja algumas vantagens dessas estratégias cooperativas entre empresas e conheça também seus desafios.