O crescimento econômico e a competitividade internacional de um país, em um horizonte de longo prazo, dependem, em grande parte, do fomento à criação de empresas inovadoras e de base tecnológica. A inovação é uma variável essencial na equação do desenvolvimento, sobretudo no que se refere aos mercados e setores intensivos em tecnologia. Em um cenário de evolução científica acelerada e de surgimento de novas tecnologias disruptivas, encontrar formas de garantir o capital necessário para o desenvolvimento de empresas de base tecnológica é fundamental. O maior desafio é atrair investimentos em empreendimentos e projetos com altos graus de risco e incerteza. Nesse contexto o amadurecimento e a ampliação do mercado de capital de risco se torna estratégico para o Brasil.
A indústria brasileira está em crise. A produção industrial encontra-se atualmente em patamar equivalente ao observado em janeiro de 2004. Trata-se, portanto, de mais de uma década perdida. Se confirmadas as atuais expectativas de mercado para o crescimento industrial até 2021, ainda assim não será possível recuperar o tempo perdido. Para lidar com o problema, um pleito comum clama por maior atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A 45ª edição do periódico BNDES Setorial traz 7 novos artigos publicados pelo Banco. Os artigos são escritos por técnicos da instituição, que estudam ou atuam nos mais diversos setores da economia brasileira. E os textos não são a única novidade desta edição. O BNDES Setorial passou por reformulação e apresenta agora um novo projeto gráfico, mais moderno e em cores, enriquecendo a apresentação dos dados e informações contidos nos artigos. O novo design permite a exploração de elementos visuais ricos em detalhes e densidade de informação, contribuindo tanto para uma transmissão de conhecimento mais eficiente, como para uma melhor experiência dos leitores.
No início dos anos 1950 o Brasil era um país essencialmente agrícola. Com poucas indústrias, o café e o açúcar ainda sustentavam a economia e grande parte dos produtos consumidos no país era importada. Em 1951, durante o segundo governo Vargas, foi criado o Plano de Nacional de Reaparelhamento Econômico. O plano tinha o objetivo de expandir serviços básicos de infraestrutura, principalmente de transporte e energia, que se apresentavam como empecilhos ao processo de industrialização.
O Fundo Amazônia apoia, com recursos não reembolsáveis, ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento. Promove ainda ações que buscam a conservação e o uso sustentável da floresta na Amazônia Legal, além de poder utilizar até 20% de seus recursos no apoio ao desenvolvimento de sistemas de monitoramento e de controle do desmatamento em outros biomas brasileiros e em outros países com florestas tropicais.