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Projeções 2018-2023

Nova publicação elaborada pelo Departamento de Pesquisa Econômica do BNDES traça projeções para o crescimento da economia brasileira no período 2018-2023. Segundo os autores, Fabio Giambiagi e Guilherme Tinoco, há possibilidade de crescimento a um ritmo da ordem de 2,5% a 3,0% sem o surgimento de pressões inflacionárias relevantes. Esse cenário considera a existência, na economia brasileira, de um hiato inicial do produto que iria se fechando progressivamente ao longo do horizonte de referência adotado, até o ano de 2023.

Nova publicação elaborada pelo Departamento de Pesquisa Econômica do BNDES traça projeções para o crescimento da economia brasileira no período 2018-2023.

Segundo os autores, Fabio Giambiagi e Guilherme Tinoco, há possibilidade de crescimento a um ritmo da ordem de 2,5% a 3,0% sem o surgimento de pressões inflacionárias relevantes.

Esse cenário considera a existência, na economia brasileira, de um hiato inicial do produto que iria se fechando progressivamente ao longo do horizonte de referência adotado, até o ano de 2023.

Segundo os autores, mesmo com um hiato inicial representando um grau de ociosidade de 4,5% em 2017, o maior crescimento do PIB, com uma taxa inicial prevista em 2,5% para 2018, provocaria um encolhimento gradual do hiato do produto ao longo de seis anos. 

Considera-se que a formação bruta de capital fixo (FBCF) teria um crescimento de 6% em 2018 e de 7% ao ano nos cinco anos posteriores, de modo que a taxa de investimento em 2023 alcançaria 19,5% do PIB.
 
Nesse contexto, supõe-se um crescimento do PIB compatível com a vigência de um hiato do produto que seja, por hipótese, eliminado até 2023, o que corresponde a um crescimento a taxas gradualmente crescentes, até alcançar 3,4% em 2023. 

O cenário adotado contempla um crescimento médio anual, na média dos seis anos entre 2018 e 2023, de 4,3% das exportações reais nas contas nacionais, de 5,7% das importações e de 0,8% do consumo do governo, no contexto de vigência de uma forte restrição fiscal. 

Neste cenário, o consumo das famílias, nos seis anos compreendidos entre 2018 e 2023, poderia ter uma expansão real média de 2,8% ao ano. 

Leia a íntegra em Perspectivas DEPEC 2018: o crescimento da economia brasileira 2018-2023.

 

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