Economia e desenvolvimento
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Crédito garantido por recebíveis: uma análise do Peac-Maquininhas
Entenda como o Peac-Maquininhas ajudou micro, pequenos e médios empresários a acessar crédito em 2020, durante a pandemia. Saiba como funciona o programa, que utiliza a concessão de garantias baseadas em recebíveis (de máquinas de cartão), e quais dificuldades das empresas no acesso a financiamento ele contribuiu para solucionar.
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Digitalização no setor bancário e a experiência do BNDES
Entenda como as instituições financeiras estão se adaptando às novas tecnologias digitais que buscam fortalecer o relacionamento com o cliente final e deixar os serviços mais ágeis. Conheça o impacto da pandemia do Covid-19 na aceleração dessa mudança e o processo de implementação do Portal do Cliente no BNDES. O estudo Priorizando o cliente no desenvolvimento de ferramentas tecnológicas: um estudo de caso do Portal do Cliente foi publicado na Revista do BNDES 54.
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Mercado de crédito na Amazônia
Operações de crédito e instituições bancárias desenvolvidas são as principais características das economias modernas. O crédito para as empresas no Brasil ainda está bastante concentrado nas regiões Sul e Sudeste, em parte devido à concentração da própria atividade econômica, mas não somente. Entenda qual é a participação da Amazônia Legal neste mercado e como os estados da região se comparam em participação e intensidade de crédito a empresas, inclusive no segmento de MPEs.
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Indicadores financeiros: avaliando o desempenho de bancos de desenvolvimento
Desde o seu surgimento no século XIX, os bancos de desenvolvimento (BD) têm se adaptado a diferentes desafios e mudanças ocorridas no mundo ao longo dos anos. Para avaliar a trajetória dessas instituições recentemente, o estudo Uma análise comparativa de indicadores financeiros do BNDES e de bancos de desenvolvimento internacionais entre 2015 e 2019, publicado na Revista do BNDES 54, compara BDs do Brasil e de outros quatro países a partir de seus principais indicadores financeiros, como rentabilidade e eficiência em custos.
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Caminhos para aprimorar a governança das instituições financeiras de desenvolvimento
A estruturação de modelos de governança adequados permite mitigar os conflitos internos de empresas e ajuda a planejar estratégias coerentes com os planos de negócio. Nas empresas estatais e especialmente em instituições financeiras de desenvolvimento, equilibrar os interesses dos diversos atores envolvidos pode ser ainda mais complexo. Por esse motivo, o estudo Governança corporativa e instituições financeiras de desenvolvimento: lições da experiência internacional, publicado na Revista do BNDES 54, faz uma análise da governança nas IFDs, com foco na estruturação e na composição de seus conselhos de administração.
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Cooperativas e fundos de venture capital: como estimular o investimento
O artigo Como fundos de investimento venture capital podem apoiar o financiamento sustentável de cooperativas?, publicado na Revista do BNDES 54, traz propostas de iniciativas baseadas em um estudo realizado no Reino Unido com o objetivo de fomentar a relação das cooperativas com os fundos de venture capital, em nome de um crescimento econômico mais consciente e coletivo.
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Open Banking: um ecossistema financeiro mais integrado
O Open Banking – que pode ser traduzido como Sistema Financeiro Aberto – é uma iniciativa de compartilhamento padronizado de dados e serviços por meio de integração de sistemas. Isso significa que, com ele, as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB) passam a compartilhar dados sobre produtos e informações financeiras de seus clientes.
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Estudo apresenta efeitos do crédito indireto do BNDES para as MPMEs
De que forma a modalidade de empréstimos indiretos do BNDES pode favorecer as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) e induzir a desconcentração de crédito bancário no mercado brasileiro? Essas são algumas das questões abordadas pelo artigo O modelo indireto do BNDES: benefícios, diagnóstico e perspectivas, publicado recentemente na Revista do BNDES 53.
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Bancos de desenvolvimento ao redor do mundo
Desde o início do novo milênio, com destaque para o período que sucede a crise de 2008, vem ocorrendo um renascimento dos bancos de desenvolvimento (BD) como instrumentos relevantes de política econômica. Em sintonia com essa tendência e buscando preencher a necessidade de dados sobre a atuação dessas instituições, o Inse e a AFD desenvolveram em colaboração uma ampla e inédita base de dados sobre o tema. Leia o artigo e veja como essas instituições estão distribuídas pelo mundo, em que áreas atuam e de que forma contribuem para a promoção dos ODS da ONU.
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Caminhos do desenvolvimento da biotecnologia farmacêutica no Brasil
A descoberta da técnica do DNA recombinante pode ser considerada o marco fundador da biotecnologia moderna, permitindo criar células capazes de produzir novas proteínas ou proteínas já encontradas na natureza, em larga escala. Na área de saúde, a biotecnologia avançou em atividades como o desenvolvimento de medicamentos e vacinas, de reagentes para diagnóstico e de materiais médicos e odontológicos, assim como em novos campos como a terapia celular e a terapia gênica. Entenda como se deu a estratégia de incorporação da biotecnologia pelo setor farmacêutico no Brasil.
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O método kaizen e seus efeitos sobre a gestão de empresas no Brasil
O kaizen é uma prática de gestão originária do Japão e tem como objetivo otimizar processos para gerar bons resultados nas empresas. Literalmente, kaizen quer dizer “mudar para melhor” (em japonês, kai significa “mudar” e zen, “para melhor”). O conceito básico do kaizen é a melhoria contínua com o envolvimento de toda a força de trabalho.
Utilizando um conjunto de dados estratificados por empresa, obtido em pesquisas do IBGE sobre a indústria e sobre a inovação no Brasil, e baseando-se ainda em pesquisas qualitativas, o artigo “Bônus sem ônus? Efeitos do kaizen sobre as empresas brasileiras” avalia os impactos dessa ferramenta sobre o desempenho das empresas nacionais.
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FIDC como instrumento de ampliação do acesso a crédito
Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) são veículos de investimento coletivo, destinados à aplicação em direitos e títulos representativos de crédito, também denominados direitos creditórios. Por serem fundos estruturados e restritos a investidores qualificados, eles têm mais flexibilidade no tipo de crédito em que podem investir. Entenda como o uso de FIDCs pode contribuir para ampliar o alcance e a capilaridade do mercado de crédito e saiba mais sobre o investimento do BNDES nesse tipo de fundo.
