O BNDES, desde o início de suas atividades, contribui para o desenvolvimento do conhecimento econômico, promovendo análises e reflexões internas e disponibilizando-as para a sociedade por meio de sua produção editorial. O economista Fernando Pimentel Puga, em depoimento colhido pelo programa de memória do Banco, durante as comemorações do aniversário de 60 anos da instituição, em 2012, compartilha sua visão quanto à atuação institucional na produção de estudos e linhas de pesquisa.
Quando o BNDES foi criado, em 20 de junho de 1952, o Brasil era bem diferente. De lá para cá, de forma bastante rápida, inúmeras mudanças foram desencadeadas ao mesmo tempo, em diferentes áreas. Foi nesse momento que o país começou a ficar moderno. Em vídeo, dois ex-empregados do Banco que estiveram presentes no início da trajetória da instituição abordam questões que demonstram a importância e o valor agregado pelo BNDES ao projeto de desenvolvimento nacional.
O BNDES sempre se preocupou em apoiar as micro, pequenas e médias empresas do país. O vídeo a seguir traz o depoimento de 3 colaboradores do Banco, de diferentes gerações de empregados da instituição, que falam sobre a importância dos pequenos empresários e empreendedores para o crescimento do Brasil e a geração de emprego e renda.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE) foi criado em 1952. Nasceu da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos (CMBEU), que reuniu técnicos americanos e brasileiros na formulação de recomendações para implementação de projetos prioritários para o desenvolvimento econômico do país. Ary Frederico Torres, que também presidiu a equipe brasileira da CMBEU, foi o primeiro presidente do BNDE, que só teve o S de "social" incorporado a sua sigla nos anos 1980.
No início dos anos 1950 o Brasil era um país essencialmente agrícola. Com poucas indústrias, o café e o açúcar ainda sustentavam a economia e grande parte dos produtos consumidos no país era importada. Em 1951, durante o segundo governo Vargas, foi criado o Plano de Nacional de Reaparelhamento Econômico. O plano tinha o objetivo de expandir serviços básicos de infraestrutura, principalmente de transporte e energia, que se apresentavam como empecilhos ao processo de industrialização.